Seja Bem Vindo(a)


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Bio


Meu nome é Rayan Milhomem Montelo. Meu primeiro nome não tem nada de toque americano ou algo do tipo, foi apenas uma ousadia dos meus pais que deu certo. Meu pai se chama RAImundo e minha mãe se chama ANtonia. Eles resolveram pegar a primeira sílaba dos seus respectivos nomes, juntaram e colocaram um Y no meio para dar aquele estilo. A pronúncia é bem brasileira mesmo (Raiãn). Sou cristalandense, mas hoje moro em palmas. Faço faculdade de manhã e trabalho à tarde.
Faço jornalismo e, apesar de estar no 4º período de faculdade, amar e me identificar muito com a profissão, ainda não tenho certeza se é realmente o que eu quero.
Já quebrei o braço quando criança, tive uma infecção generalizada há quatro anos, vários momentos de fossa, mas para a infelicidade de muitos ainda continuo aqui firme e forte. Tenho tendência à obesidade e sou muito ansioso com tudo, o que incentiva minha tendência a se tornar realidade. Mas tento manter um controle depois de perder 17kg com muita força de vontade e o acompanhamento de uma ótima nutricionista em 2010. (Mas só ressaltando que eu ainda sou gordo.)
Sou muito eclético musicalmente falando. Curto praticamente tudo. Gosto de sair, me divertir, rir e fazer os outros darem boas risadas também é algo que eu gosto de fazer.
Sou muito sentimental, tomo minhas decisões mais levado pela emoção. Não que eu esqueça a racionalidade, mas meus sentimentos costumam me guiar. Já quebrei muito a cara por isso, mas não me arrependo de nada, sou assim e vou ser sempre assim. Não gosto de muita coisa, mas se eu te amar e você gostar de tudo que eu não gosto, eu vou passar a gostar também.
Sou católico (atualmente meio distante da igreja, mas minha religião é forte), seguidor, membro da família EJC, pejoteiro orgulhoso da Pastoral Juvenil Marista e valorizo demais quem participa ou já participou de grupos como esses, pois o crescimento pessoal é verdadeiramente muito significativo.
Já fui professor de cursos básicos e avançados de informática, sou técnico em manutenção de computadores, mas hoje só utilizo essas formações para resolução de problemas em casa ou no máximo com amigos. Não tenho formação nenhuma de web designer, não tenho nenhuma noção de photoshop, mas arrisco algumas coisas no corel por diversão e pra fazer alguns trabalhos. 
Na infância já ganhei muitos concursos de poesia, sou autor de alguns pequenos livros feitos também na infância. Tenho um conhecimento muito básico com língua estrangeira, sou um desastre em ciências exatas e quase não saí do ensino médio por causa de física, química e matemática.
Tenho flogões muito vergonhosos espalhados pela internet, mas nunca consegui lembrar a senha para excluí-los e não posso fazer nada em relação a isso, podem zuar com minha cara. 
Tenho medo de gente morta, de assalto, de inseto, de um monte de bicho e de gente viva também. Até pouco tempo atrás eu tinha medo de escuro, mas fui forçado a vencer esse medo.
Sou um grande mentiroso (mas todo o conteúdo desse texto é verdade, viu?), já fiz muita besteira nessa vida, já errei muito e já aprendi muito também. Já fingi muito sorriso quando minha vida estava uma merda e já fingi tristeza também.
Gosto de fazer e receber carinho. Gosto de demonstrar meu apreço com presentes e depoimentos bonitinhos e sinceros. Não economizo no meu ‘eu te amo’, mas se eu falo é porque ele é o mais sincero possível. Agora quando eu não gosto de alguém eu finjo gostar pra não gastar minha raiva com quem não merece. É difícil de entender, eu sei.
Sou ciumento demais, mas guardo quase todo o meu ciúme em algum lugar do meu corpo que não sei onde e prefiro continuar sem saber. Quando demonstro é de uma forma mais ou menos mínima.
Já tive muitos amores platônicos, mas hoje eu luto por um só e espero em algum dia conseguir vencer essa luta, apesar de ter um histórico que faz de mim um futuro e perfeito perdedor. (Não é para entender mesmo).
Tenho 19 anos (sim, nasci dia 21 de junho de 1992) e, apesar desse texto enorme, tenham certeza e plena consicência de que a maioria de vocês ainda não me conhece totalmente. Um abraço de quem andava muito ausente desse mundo aqui.

Para fechar, uma música que me define melhor para quem tiver preguiça de ler o texto todo: 




domingo, 30 de outubro de 2011

É hora de deixar claro que rosas também têm espinhos.

Antes de tudo não vou mais prometer quando vou escrever aqui, até porque um texto só sai da minha cabeça quando o nível de inspiração está alto ou simplesmente quando eu estiver com vontade, e ninguém sabe quando isso vai acontecer. Agradeço (muito) a compreensão de vocês.

Lembram que eu falei que o Rayan dos textos motivacionais e afins tinha morrido? Pois é, morreu mesmo. Eu só sofro (e sofro muito) por ter que assumir isso na altura dos meus 19 anos (sim, para quem não acredita). Não vejo mais o amor da forma que eu via em dezembro de 2010. Não vejo mais sentido em ter que falar que a vida é boa, que temos que viver, que aproveitar, quando na realidade (dura e cruel realidade) não é bem assim que acontece. A vida é algo inexplicavelmente bom e isso é indiscutível, mas não vai ser sempre assim. Temos que ter a consciência de que ao vivermos do nosso jeito, podemos trazer conseqüências tanto boas quanto ruins e que, em alguns momentos, as ruins são as únicas visíveis. Não teremos sempre ao nosso redor pessoas que concordam com nossos pensamentos, você pode tentar ao máximo agradar alguém, mas sempre vai ter alguma coisa que deixará essa pessoa decepcionada com você. As pessoas adoram falar de você, e adoram falar mal. No amor você pode ser correspondido numa grandeza inversamente proporcional a não ser correspondido. Vocês podem estar me achando negativo demais, pessimista demais, mas é assim que acontece e iludido é aquele que quer forçar o pensamento de que a vida é linda o tempo todo. Nunca crie expectativas demais, não vá com tanta sede ao pote, cuidado com as coisas que faz/fala... estou me apegando (tentando me apegar) a “idéias” desse estilo. Ótimo seria se conseguíssemos viver sem expectativas, assim tudo o que acontecesse de bom seria lucro e as coisas ruins já seriam meio que esperadas. Enfim, não quero que ninguém deixe de me acompanhar por essa mudança nos meus textos e muito menos quero ficar mal com alguém depois de tudo que escrevi, mas o que muitos chamam de negativismo hoje eu chamo de realidade.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

de volta: acidentes, mágoas e novos rumos para o blog.

foto mais recente: rayan e seu
disfarce mais perfeito; o sorriso.

enfim de volta (: o lamentável é o conjunto de motivos que despertaram minha vontade de encher vocês com meus textos de novo. motivos nada bons; tristes, errôneos, enfim. vamos ao que interessa.
não sei se vocês já passaram por isso, mas sabem aquele momento em que nada faz sentido na sua vida? nada te motiva, aquele momento que nem todo o dinheiro do mundo traz tua vontade de viver com entusiasmo. mas podem se acalmar, meus amigos. a vontade de suicídio está é longe deste corpo que vos escreve. meu suicídio é puro e simplesmente mental; assim posso morrer e ressuscitar a hora que eu quiser e cada ressurreição é um aprendizado, um psicológico vacinado.
enquanto não ressuscito psicologicamente dessa fase eu vou escrevendo aqui os acontecimentos dela. eu nunca cometi tantos erros graves em tão pouco tempo como agora; de batida de carro a trair a confiança de pessoas extremamente especiais pra mim, de tudo aconteceu. bater carro é o de menos perto de trair confiança de alguém especial, pois com o carro a gente corre atrás e paga o conserto, mas com a confiança das pessoas o dano é como quebrar um espelho; você pode até consertar, mas os locais onde aconteceram as rachaduras vão continuar visíveis (famoso clichê, mas pura realidade).
esqueçamos o carro (já está consertado e rodando feliz pela cidade novamente) e vamos à mensagem que eu quero deixar para quem eu magoei: os erros cometidos eu sei que vão ficar pra sempre tanto na sua cabeça como na minha (e sei mais ainda que esse não é um caso de “o pra sempre sempre acaba”), mas você é alguém tão especial pra mim que se eu conseguir consertar o espelho (cristal), mesmo com as rachaduras à mostra já vai ser um lucro enorme pra mim. não sei mais o que dizer, pois errei mesmo, errei muito, errei feio, mas não foi por querer! enfim. vou parando por aqui, pois o texto já está grande demais e apesar de muito tempo sem escrever aqui, eu não esqueci que também tem leitores preguiçosos acessando o blog. mas logo novos textos depressivos aparecerão por aqui de novo (vocês perceberam que o rayan dos textos motivacionais e elevadores de estima está dando lugar a um rayan de textos mais tristes e que dão mais a noção de realidade da vida, não é? mas isso a gente conversa nas próximas escrituras...)

a trilha do (meu) momento.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

idade? não, maturidade.


chega um certo momento da vida que você percebe que sua idade não passa de um item que vai te permitir ou te proibir de fazer algumas coisas. idade é só um indicador de quanto tempo você já conseguiu suportar toda essa loucura que chamamos de vida. é um indicador importante, mas não tanto. o que vai dizer mesmo quem você é e o que vai ditar toda a sua personalidade é uma combinação das idéias de sua cabeça com as idéias do seu coração. o resultado dessa combinação? maturidade, esse é o nome. todos estão sujeitos a ela, o mundo vive em constante cobrança dessa questão. mas não pense que maturidade tem hora e data certa para chegar (por isso que a idade nem é tão importante); a qualquer momento você está sujeito a tomar uma dose surpresa desse remédio que ajuda a enfrentar os problemas, e muito menos pense que você é maturo(a) o suficiente para enfrentar qualquer problema. cada situação é diferente, é um aprendizado novo e o nosso recipiente suporta quantidades infinitas desse remédio. não fique se preocupando com quando essa maturidade vai chegar, apenas vá vivendo sua vida, cada dia por vez, viva seus problemas, viva tudo o que tem que ser vivido. maturidade é conseqüência.